O Livre Mercado e a Pandemia

Foto por Anna Shvets em Pexels.com

O estado sempre irá existir. O livre mercado é de extrema importância.

A vacina só não chegou no Brasil por causa do estado. Tem que ser aprovada pela ANVISA.

Não devemos confundir oferta e demanda, com calamidade.

Nas bases da administração financeira as pessoas precisam: 1. Saber usar o dinheiro (querer versusprecisar); 2. Saber poupar; 3. Saber ganhar (com ética); e 4. Saber doar.

O livre mercado utiliza isto, ele se fortificará com está crise, quem tem consciência de como usar o livre mercado para combater está pandemia, prosperará.

O livre mercado é a melhor resposta para a pandemia, tanto em termos econômicos como para termos de saúde pública. Empreendedores e empresários são mais dinâmicos que os governos, conseguem mudar em tempo hábil para atingir as novas necessidades, tendências e cenários.

Somente comercializar a saúde é a solução? Não. Precisa fazer isto também? Sim, mas não só isto. Apoiar a sociedade é necessário e que seja feito de forma coerente, o resultado vem sempre a longo prazo.

E as pessoas que não podem comprar? Parte por assistencialismo? Também, mas todos somos iguais perante ao livre mercado. O Governo tem a opção de saber como agir, a nós a opção do que escolhermos. Isto é o livre mercado.

Não é a primeira pandemia, nem a última. A população irá aprender a interagir, mas não podemos forçar as pessoas a doarem ou ajudarem, pois isto é um aspecto da caridade e não ter é um quesito de sobrevivência. Portanto, errar é humano e podemos esperar tudo dos homens. Não os julgem.

Desenvolver a Civilidade de saber comprar é desenvolver o mercado, é o agir coerente e cocientemente. O livre mercado é mais humano que muitos imaginam, ele é amoral. O que deixa o livre mercado Moral são os atos das pessoas que o compõe, em resumo: nosso atos.

De fato, a histeria está instalada, como cada um lida com isto, com viés tendenciosos mostra a pequenez humana e que difícilmente poderemos lidar com situações mais críticas ou espúrias que esta. Não estamos caminhando nem pra direita nem pra esquerda, mas para o fundo.

Temos que moldar nossos comportamentos para produzir resultados factíveis e coerentes com a realidade. Cabe a todos construir o presente.

Carlos Alexandre Amorim

Está é minha resposta ao texto do Leonardo Boff, “O perfeito desastre para o capitalismo do desastre”.

Publicado por Calex

Graduado em Administração e em Sistemas de Informação, com MBA em Gestão Estratégica Empresarial e pós-graduação em Gestão Financeira, Auditoria e Controladoria.

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